ECOLOGIA

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Não há como discutir a necessidade da participação do Brasil como ator principal em qualquer evento em que se insira ecologia e sustentabilidade: em seu território reside a maior floresta tropical do planeta e possui a maior biodiversidade dentre todos os países.

Em contrapartida, vemos essa riqueza ambiental sendo ameaçada diariamente pela destruição de hectares de florestas por projetos autorizados ou não; sendo ainda refém de monoculturas; sofrendo com o avanço descontrolado da pecuária. Toda essa destruição e descontrole nos dá como troco mudanças climáticas indesejáveis.

O Brasil, da mesma forma que deve ser encarado como protagonista de um acordo global que permita controlar esses efeitos indesejáveis é reconhecido por ser um dos maiores poluidores do planeta quando o assunto é desmatamento e queimadas.

A necessidade de conscientização de nosso potencial como agentes principais de uma mudança de rumo é imperativa. Temos um universo de opções em que o Brasil deve entender que tem que atuar como vanguarda. Exemplo óbvio: fontes alternativas de energia, eólica e solar em especial. E essa conscientização deve partir de cada um de nós, desde o nosso microuniverso que chamamos de lar.